O diabetes insipidus (DI) não deve ser confundido com o diabetes mellitus (DM), embora as duas doenças compartilhem o nome de “diabetes” e envolvam sede e urina em maior freqüência. No DI, a freqüência com que o paciente urina é muito maior e o volume também, em relação ao DM, além de a urina ser muito mais diluída com a cor de um amarelo pálido, bem claro.
Portadores de diabetes insipidus costumam se referir à doença como “DI central” ou “DI nefrogênico” (dependendo do caso), para evitar que a confusão que as pessoas não familiarizadas costumam fazer quando escutam a palavra “diabetes”.
Quanto mais o paciente estiver bem informado sobre sua condição, mais apto estará para explicar aos outros membros da família, aos médicos e profissionais que atendem emergência.
A seguir, as principais diferenças:
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DI central |
DI nefrogênico |
DM |
A doença é comum ou rara? |
Rara |
Rara |
Comum |
Quais as causas? |
A hipófise não é capaz de secretar a vasopressina ou o hipotálamo não é capaz de produzi-la. |
Os rins não respondem ao hormônio diurético vasopressina. |
O hormônio insulina não é secretado em quantidade suficiente. Ou as células do organismo não respondem a ela. |
Como reconhecer o problema? |
Aumento gradual ou súbito da urina, em grandes quantidades e de cor clara, acompanhado de sede excessiva. Pode ocorrer desidratação. |
Aumento gradual ou súbito da urina, em grandes quantidades e de cor clara, acompanhado de sede excessiva. Pode ocorrer desidratação. |
Excesso de urina, de sede e de apetite. Outros sintomas incluem fadiga, aumento ou redução de peso e infecções cutâneas que não cicatrizam. |
Fonte: www.diabetesinsipidus.org