Ferring em um clic:
Entre em contato | Localização | Extranet | Mapa do Site

 
     História
     Filosofia Ferring
     Ética Ferring - Faça a coisa certa
     Código IFPMA

     Pesquisa e Desenvolvimento

     Ferring no Mundo
     SAC Ferring

     Doença Inflamatória Intestinal

     Hipertensão Portal

     Diabetes Insipidus

     Enurese Noturna

     Câncer de Próstata

     Puberdade Precoce

     Reprodução Humana

     Gravidez

Home > Notícias
Notícias

O risco de infertilidade por clamídia
Processo infeccioso causado pela clamídia, ou pela bactéria da gonorreia, pode gerar obstrução nas trompas e impedir o encontro do óvulo com o espermatozoide, levando à infertilidade ou à gravidez tubária

A doença sexualmente transmissível (DST) de maior impacto entre as mulheres, causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, é traiçoeira. A infecção pode passar despercebida pela paciente e pelo médico e ser descoberta somente quando já produziu consequências graves, como a infertilidade, uma de suas principais sequelas. O tratamento dessa DST é relativamente simples, embora o diagnóstico seja dificultado pelo fato de a doença ser assintomática.

Na maioria das vezes, a infecção por clamídia é detectada por suas consequências. A mulher procura o ginecologista com dor pélvica crônica ou doença inflamatória pélvica, gravidez ectópica (que ocorre fora da cavidade uterina) ou dificuldade para engravidar.

A Chlamydia trachomatis é parecida com um vírus: ela não cresce fora da célula, pois não produz sua própria energia, o que dificulta a percepção de sua presença pelos mecanismos de defesa do organismo.

O tratamento da infecção por clamídia é realizado com base em antibióticos, que devem ser ministrados por via oral ao casal. Em raras situações, a bactéria sobrevive na forma latente, provocando episódios de reagudização mesmo após o tratamento.

A doença é transmitida ao parceiro sexual e, em alguns casos, o bebê das grávidas infectadas pela clamídia pode ser contaminado. A infecção pode expor a gestante ao risco de parto prematuro e levar a criança a adquirir pneumonia ou oftalmia. Por se tratar de uma DST, o uso do preservativo é indispensável para a prevenção da infecção. As adolescentes são as que mais correm risco, como ocorre com relação às demais doenças sexualmente transmissíveis.