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Empresa - Ética Ferring - Faça a coisa certa

A Filosofia Ferring é um firme alicerce que estabelece os fundamentos para tudo aquilo que fazemos em nossos esforços conjuntos.  Isso abrange nosso comprometimento com respeito, honestidade e confiança, obediência com os mais elevados padrões de conduta ética e integridade, e nossa firme crença de que as pessoas estão sempre em primeiro lugar.  

Essas três perspectivas determinam a estrutura de nossas decisões e ações diárias na área da saúde. Os princípios dirigem nosso comportamento, as regras nos lembram de nossos compromissos, de que priorizamos as pessoas.
 
Princípios. Regras. Pessoas. Três simples palavras. Uma filosofia poderosa.
Nossa Filosofia Ferring.

Como os PRINCÍPIOS guiam nossas ações?
A Filosofia Ferring abrange alguns princípios éticos fundamentais tais como respeito, probidade e confiança. Integridade não é somente um princípio, significa todos os nossos princípios.

Tais princípios GUIAM o modo como fazemos o que é certo, ao contrário de outros que nos DIZEM o que é certo. Agimos com integridade quando dizemos e acreditamos em certos princípios e, assim, procedemos de acordo com eles. Regras nos são impostas por outros de fora, princípios vêm do fundo de nós. É o que chamamos de caráter. É o nosso DNA moral.

Pessoas com princípios morais éticos agem de modo consistente com os mesmos. Agindo segundo os nossos princípios, respeitamos a filosofia que dirige nossos relacionamentos.

Agir de acordo com seus princípios requer coragem para fazer o que é certo, sabendo que às vezes nossas ações podem nos prejudicar, ou prejudicar pessoas com as quais nos preocupamos.
Quando há conflito entre nossos princípios, devemos decidir qual deles é mais importante naquela situação específica e agir de forma adequada. Guiando-se por “Princípios. Regras. Pessoas” você terá confiança para fazer a coisa certa.

O que são REGRAS?
Regras existem para nos DIZER o que é certo.

Quando nascemos não temos nenhuma consciência moral que não o desejo primitivo de sobrevivência. Conforme nos desenvolvemos, começamos a aprender o que é certo e errado dos nossos pais. Assim, o que nos for dito como certo passa a ser o primeiro estágio para o desenvolvimento da consciência moral.

Como trabalhamos num ambiente altamente regulamentado, as regras e regulamentações nos lembram diariamente que a segurança de nossos produtos é absolutamente crítica.

Entretanto, mesmo com todas as regras e regulamentações que hoje governam nossas vidas, não raro enfrentamos situações e dilemas éticos onde não existem regras para nos dizer o que é certo. É por isso que devemos considerar nossos princípios primeiro e, depois, pensar sobre o impacto de nossas ações sobre os outros. São os princípios que projetam os fundamentos morais para as regras e regulamentações que nos governam, e são os princípios que podem nos guiar onde as regras são abertas a interpretações ambíguas.

Que efeito minhas ações têm sobre os OUTROS?
O que acontece com as pessoas que podem ser afetadas por nosso comportamento? Devemos também pensar nas consequências de nossas ações sobre os outros? Sim, devemos, e por isso é que precisamos perguntar e responder a ambas as questões. Na maioria dos casos, as respostas são bastante simples; o que é certo é aquilo que beneficia o maior número de pessoas.  Devemos também olhar as consequências de nossas ações e considerar quem pode se beneficiar ou prejudicar por aquilo que fazemos.

Um passo vital na direção das boas decisões é pensar o bem ou o mal que podemos fazer aos outros. Há, entretanto, dois perigos que devemos ponderar quando pensamos nos outros. O primeiro refere-se à minoria que será prejudicada por nossa decisão ao se fazer o que é melhor para a maioria. Se a mesma minoria se mantém prejudicada, talvez não seja surpresa que reaja fortemente, talvez até de forma violenta.

O segundo desafio é acreditar que os fins justificam os meios e, portanto, fazemos algo que sabemos ser errado, mas cujo resultado será bom para a maioria das pessoas. Por exemplo, podemos acreditar que é mais importante atingir o objetivo dos negócios através do “encurtando o caminho”.