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Áreas Terapêuticas - Câncer de Próstata

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Câncer de Próstata - Exames Combinados

A maioria dos homens resiste a fazer o exame de toque por considerá-lo desconfortável. Preferem se submeter apenas ao exame de PSA isolado, achando que ele é suficiente como controle preventivo. Mas o PSA não é eficaz sozinho, alertam os urologistas. A porcentagem de falha do exame chega a 20% dos casos.

O toque também pode não detectar alterações suspeitas, dependendo da localização do câncer. A porcentagem de falha do exame de toque é de 35%. Daí a recomendação de associar os dois exames para um diagnóstico correto. A probabilidade de erro cai para 8% com associações dos dois procedimentos. 

Entre 70% e 90% dos casos de câncer da próstata podem ser curados quando o tumor é identificado em suas fases iniciais, ainda confinado à glândula – que é denominado câncer de próstata localizado. Essa porcentagem de cura diminui para 40% até 30% dos pacientes quando o câncer se expande, atingindo os ossos e os tecidos vizinhos. Isso explica os esforços dos especialistas para identificar precocemente a doença.

As mulheres podem ter um papel importante na prevenção do câncer de próstata, se incentivarem seus parceiros sobre a importância de fazer os exames a partir da meia idade. Todo homem com mais de 50 anos deve se submeter anualmente ao toque retal da próstata e a dosagem do PSA no sangue para detectar os níveis de antígenos específicos.

A presença de câncer passa a ser considerada quando o toque revela áreas endurecidas na glândula ou quando os níveis de PSA são superiores a 4 ng/ml. Os indivíduos com casos familiares de câncer de próstata devem submeter-se aos dois exames a partir dos 40 anos, anualmente.